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Grupo
“Recordar é viver” - Etnografia da Ribeirinha
Grupo folclórico
desde 1995
Este grupo
começou a organizar-se no dia 1 de Dezembro de 1995. Todavia por
motivos plausíveis, o grupo considera como data da sua
fundação no dia 22 de Maio de 1996, este grupo foi
oficialmente inaugurado no dia 1 de Maio de 1997 na freguesia da
Ribeirinha.
Esta Associação tem como objectivo, o estudo, pesquisa,
recolha e divulgação do Folclore e outros elementos
etnográficos em especial da própria Ribeirinha e
promoção Sócio-cultural das
Populações da Ilha Terceira através desta
actividades.
De momento, a associação está a proceder à
recolha de trajes típicos de cada Região do País
com os quais estão fazendo exposições
temporárias para criar um Museu de "O Traje".
O grupo faz em
média 40
actuações por ano, ao redor da Ilha Terceira, nas
várias freguesias desta Ilha nas festas de "Verão", que
tem o seu inicio a 1 de Maio até meados de Outubro.
No dia 18 de Abril de 2000 este Grupo tornou-se membro de pleno direito
de (sócio efectivo) da Federação de Folclore
Português.
No dia 13 de Maio de 2000 este grupo lança o seu primeiro CD,
com 12 músicas do cancioneiro popular açoriano, mais
propriamente da Ilha Terceira.
No dia 18 de Maio de 2003 este grupo inaugurou a sua Sede Social ou
Museu de uma casa Típica da Ribeirinha ou da Ilha Terceira, nela
estão patentes mais de cinco mil peças, algumas das quais
com quase dois séculos de existência. Este Museu
representa o Retrato vivo da Ribeirinha, trazendo ao tempo actual
hábitos, roupas, casas, mobílias e instrumentos de
trabalho que faziam o conteúdo do quotidiano nos séculos
XIX e XX. Nesta casa estão 4 divisões de uma casa rural
tipicamente terceirense, onde são pormenorizados os
traços mais marcantes ao nível de mobiliário e
restante recheio utilizados na época dos nossos avós e
bisavós. Os ofícios também não foram
esquecidos. Há espaço para a atafona, eira, alfaias
agrícolas e utensílios do tear. Neste local este grupo
vai apresentar recriações da matança regional, a
desfolhada, trabalhos na eira, o ciclo da lã, as festas do
Divino Espírito Santo, etc. tem como designação
Centro Etnográfico da Ribeirinha.
fonte
texto e foto
: Jornal "A União"
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